O presidente da Câmara Municipal, Eriko Jácome, declarou apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte e fez questão de esclarecer, de forma direta, que não procedem os rumores sobre uma possível adesão a outro projeto político no Estado.
Nos últimos dias, passaram a circular rumores sugerindo uma possível mudança de posicionamento por parte de Eriko no cenário estadual. O presidente, contudo, tratou de afastar qualquer interpretação equivocada e reafirmou, com clareza, que seu apoio à pré-candidatura de Álvaro Dias permanece inalterado, consolidando seu alinhamento político e sua coerência dentro do grupo liderado por Paulinho Freire.“Meu apoio é à pré-candidatura de Álvaro Dias. Qualquer informação diferente disso não é verdadeira”, afirmou Eriko.
Ele também ressaltou que sua decisão é fruto de uma avaliação responsável do cenário político e da convicção de que Álvaro Dias reúne experiência, capacidade de gestão e compromisso público, representando, neste momento, a melhor alternativa para conduzir o Rio Grande do Norte.
“Tive a oportunidade de acompanhar o trabalho de Álvaro de perto. Sei da sua capacidade administrativa, do seu compromisso com a população e da sua dedicação. Acredito que ele pode fazer muito pelo nosso Estado”, declarou.
Durante as diligências da Operação Mederi, a Polícia Federal apreendeu R$ 57,5 mil em espécie na casa do secretário de Allyson Almir Mariano. Conhecido em Mossoró por ser homem da confiança do prefeito, ele ocupa atualmente a pasta de Programas e Projetos e é ex-titular da Saúde. Ele é descrito pela PF como quem atuou no nível intermediário da organização, servindo como o gerente administrativo que validava formalmente os contratos e pagamentos fraudulentosnegociados pelo núcleo político e empresarial.
Durante as diligências da Operação Mederi, a Polícia Federal apreendeu R$ 57,5 mil em espécie na casa do secretário de Allyson Almir Mariano. Conhecido em Mossoró por ser homem da confiança do prefeito, ele ocupa atualmente a pasta de Programas e Projetos e é ex-titular da Saúde. Ele é descrito pela PF como quem atuou no nível intermediário da organização, servindo como o gerente administrativo que validava formalmente os contratos e pagamentos fraudulentosnegociados pelo núcleo político e empresarial.
Maços de dinheiro foram encontrados em diferentes cômodos da casa dele em Mossoró. No primeiro quarto, a Polícia Federal se deparou com uma quantia que o investigado atribuiu à sua mãe.
O auto de apreensão descreve que no quarto e no closet de Almir Mariano, que estava com o namorado na hora da ação da PF, foram encontrados R$ 6,8 mil na mochila do namorado.
Distribuídos entre pertences, mochilas e gavetas, a PF achou mais R$ 50.700,00. No total foram 57.500,00 apreendidos na casa do secretário de Allyson.
Os agentes da PF também fizeram registro de seringas, ampolas, medicamentos e três veículos que estavam na casa de Almir Mariano, uma BMW X1, de propriedade do secretário; Uma Triton L-200, apontada como de propriedade do namorado de Almir e uma Mitsubishi L200 Triton, pertencente à Ufersa, da qual Almir é professor.
Carros em uso pelo secretário de Allyson Almir Mariano. A BMW é de sua propriedade. Já o Honda pertence à Ufersa, da qual é professor.
O Papel do Secretário de Allyson, segundo a PF
Almir Mariano é apontado pela PF como peça fundamental na engrenagem administrativa que permitiu a continuidade dos desvios de recursos na saúde de Mossoró.
As condutas e responsabilidades atribuídas a ele nos documentos da Operação Mederi são:
1. Continuidade do Esquema Criminoso (Sucessão na Fraude)
A investigação aponta que Almir assumiu a pasta, remanejado da secretaria de Programas e Projetos, em janeiro de 2025, quando o esquema já estava estruturado e garantiu a sua continuidade. Ele permaneceu à frente da saúde até agosto, quando Allyson o devolveu para a pasta originária.
Em seu lugar, o prefeito colocou no comando da pasta central das fraudes descritas pela PF Morgana Dantas, que estava na Assistência Social e que comandara durante todo o primeiro ano de gestão Allyson a saúde de Mossoró. Morgana também foi alvo da Operação Mederi.
A Almir são atribuídas, sobre a continuidade delitiva, as seguintes condutas:
• A Prova Temporal: Áudios captados em maio de 2025 (três meses após a sua posse) mostram os empresários a discutir a “Matemática de Mossoró” e o pagamento de propinas, provando que o esquema operava durante a sua gestão.
• Manutenção da Equipe: Almir manteve nos cargos a mesma gestora de contratos (Samanta Souza Marques) e o mesmo fiscal (Diego Patrício) da gestão anterior, que são apontados como os executores operacionais da fraude (atestando recebimento de medicamentos não entregues).
2. Atos Administrativos Específicos (A “Caneta”)
Como Ordenador de Despesas e autoridade máxima da pasta, a assinatura do secretário de Allyson é vinculada aos atos que geraram prejuízo ao erário:
• Homologação de Licitações: Almir Mariano foi responsável por homologar licitações onde a empresa DISMED se sagrou vencedora, mantendo-a como principal beneficiária dos recursos da saúde.
• Pagamentos de Faturas Suspeitas: Dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) mostram que, sob a sua gestão, foram emitidas ordens bancárias em favor da DISMED. A PF argumenta que ele autorizou pagamentos por produtos que, segundo as escutas, não eram entregues na totalidade.
3. Conivência Necessária ou “Cegueira Deliberada”
A decisão judicial argumenta que a fraude descrita (pagar por 100% e receber apenas 50% dos medicamentos) seria impossível sem a anuência do Secretário de Saúde.
• A PF conclui que a sua contribuição na estrutura delitiva foi garantir as “condições administrativas necessárias” para o funcionamento do esquema.
• O texto afirma que Almir “deve ter aderido a ele [ao esquema] ou, no mínimo, optado por não o coibir”, configurando uma omissão deliberada diante de irregularidades macroscópicas.
Medidas Tomadas
Alvo de Busca e Quebra de Sigilo Devido a estas condutas, Almir foi alvo de medidas cautelares diretas na operação de 27 de janeiro de 2026:
• Busca e Apreensão: A sua residência em Natal (Rua Lúcia Viveiros) e o seu endereço funcional foram alvo de buscas pela Polícia Federal.
Material de referência geográfica
• Devassa Digital: Foi autorizada a quebra de sigilo e extração de dados dos seus dispositivos e nuvem (iCloud/Google) referentes aos últimos 24 meses
O clima no futebol potiguar não é de festa de Carnaval, pelo menos não por enquanto. A bola parou de rolar e a polêmica tomou conta das conversas de calçada e das redes sociais. O motivo? O Campeonato Potiguar está paralisado e todo mundo aguarda o julgamento marcado para esta sexta-feira (13). A pergunta que não quer calar é uma só: o Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) vai manter a honra e seguir a regra, ou vai ceder ao peso da camisa e do grito da arquibancada?
A pressão está gigante, a gente sabe. De um lado, temos a tradição de um clube centenário; do outro, o que está escrito no regulamento. Tem muita gente usando a internet para tentar apitar o jogo antes da hora, fazendo aquele julgamento precipitado nas redes sociais que ninguém pediu. Mas, para quem tem história e preza pela seriedade, o caminho só pode ser um: o da justiça.
Não é segredo para ninguém que o TJD está sob os holofotes. É natural que os “cartolas” da velha guarda tentem ditar o ritmo e que a torcida faça barulho. Só que o tribunal não é estádio. Ali, o que vale é a letra da lei desportiva e a honra de quem decide.
Quem é sério e tem compromisso com a verdade não se deixa levar pelo grito mais alto, mas sim pelo que é correto.
Esta sexta-feira é o momento ideal para o TJD mostrar que o futebol do Rio Grande do Norte mudou de patamar. Fazer história não é apenas tomar uma decisão difícil, mas mostrar que, independente de quem esteja no banco dos réus, o regulamento é soberano.
O torcedor potiguar, aquele que paga ingresso e veste a camisa, merece um campeonato limpo, decidido dentro das quatro linhas e mantido por uma justiça que não treme diante de escudos pesados ou pressões externas.
O recado é simples: a bola está com os integrantes do Tribunal. Que a decisão seja baseada no que é justo, para que o nosso futebol saia vencedor, e que o único “tapetão” permitido seja o gramado bem cuidado para a retomada dos jogos.
O pré-candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte, Coronel Hélio, segue avançando na construção de uma base política sólida e plural em todo o estado. Nas últimas semanas, o projeto liderado pelo militar ganhou reforços importantes, com a adesão de lideranças municipais, vereadores, ex-prefeitos e representantes de diversos segmentos sociais, fortalecendo ainda mais seu posicionamento para a disputa de 2026.
Com discurso focado em segurança pública, desenvolvimento regional e fortalecimento dos municípios, Cel. Hélio tem conseguido dialogar tanto com o eleitorado conservador quanto com setores que buscam renovação política e eficiência na gestão pública. O crescimento do seu nome em pesquisas internas e o aumento da presença em agendas pelo interior demonstram um movimento consistente de expansão.
Dentro desse processo de articulação, um dos gestos políticos de maior repercussão foi a nomeação de Babá Ferreira como vice na chapa encabeçada pelo ex-prefeito Álvaro Dias. A escolha é vista como estratégica e simbólica, por representar unidade, equilíbrio e fortalecimento de um campo político que dialoga diretamente com o projeto defendido por Cel. Hélio.
A aproximação entre os grupos reforça a construção de uma frente ampla, voltada para a retomada do protagonismo do Rio Grande do Norte no cenário nacional. Para aliados, a soma de forças amplia a competitividade do grupo e cria um ambiente favorável para que Cel. Hélio chegue ao pleito com musculatura política e capilaridade eleitoral.
“Estamos construindo um projeto coletivo, ouvindo a população e reunindo pessoas que acreditam em um RN mais seguro, mais justo e com mais oportunidades”, tem afirmado o pré-candidato em suas agendas.
Com ritmo intenso de articulações e adesões crescentes, Coronel Hélio desponta como um dos nomes mais competitivos para representar o Rio Grande do Norte no Senado Federal.